Olá Gente, estou voltando com os blogs agora para trazer informações importantes!!
Vivemos num mundo onde temos só uma pequena parte das informações necessária para o ser humano conhecer a si próprio e o universo. O mundo nos traz informações de somente 4 dimensões conhecidas como 3 dimensões de espaço (altura, largura e profundidade) e outra que é a linha do tempo que arrasta e modifica as outras 3 dimensões, (outras dimensões restantes é experimentalmente
impossível de entender como ela afeta nossa percepção).
As variações formadas pelo tempo são ilusões provocadas
pela consciência e a percepção das coisas, é difícil entendermos o conceito de
unidade geral de pontos de vista.
Cada ser pensante vive num tempo diferente e as
interações entre consciências são cruzamentos de eventos em 6 dimensões, sendo
que cada ser pensante é uma fatia penta dimensional.
Um dos motivos para falhas nos testes atuais da teoria
quântica é que ela funciona de forma clássica e segue leis, porém isso tudo vai
além das 4 dimensões conhecidas. O princípio da incerteza, a inexistência de
figuras geométricas para representar as partículas, a transferência de
informações de partículas em tempo zero para outro lugar do universo,
sub-partículas que aparentam estar em 2 lugares ao mesmo tempo, as conversões
de partículas em energia e vice versa, e a alucinação em considerar um elétron
em onda e partícula ao mesmo tempo, tudo isso vem da ilusão que as dimensões
causam na mentalidade humana.
De acordo com os
nossos sentidos, percebemos 3 dimensões espaciais e tudo que está incluído
nele, porém temos outros sentidos que não são percebidos de forma clara pelo
humano, um desses sentidos é o sensação da passagem do tempo, outro sentido é a
sensibilidade que temos diante do pensamento que funciona em outro dimensão.
Além das 4 dimensões perceptíveis, teorias recentes da
física, como a teoria das cordas, apontam que o cosmo é constituído de 11
dimensões.
As interações da matéria funcionam dos níveis mais
simples até aqueles que são considerados mais complexos e que tem como
resultado o caos e a perda de controle, exemplo, um evento que ocorre em
pequena escala, em um prazo de tempo, pode desencadear um evento grande num
futuro mais ou menos próximo, o fenômeno de que o bater de asas de uma borboleta
pode causar, em um tempo futuro, um tornado é um exemplo crucial desse
fenômeno.
Isso, todavia, funciona nas ações conscientes animais.
As ações humanas estão sujeitas ao mesmo fenômeno, todo
mínimo ato é aproveitado no universo e pode resultar numa catástrofe
futura.
Dimensão 0:
Um ponto é um objeto com zero dimensão. Não tem extensão
no espaço, nem propriedades. Se pensarmos neste ponto como um vetor geométrico,
como uma flecha, ele não teria comprimento. Este vetor é chamado de vetor zero
e, por si mesmo, constitui-se no vetor espacial mais simples.
Não pode ser chamado de "nada", pois um ponto
mesmo sem extensão (altura, largura, comprimento) há de ser alguma coisa. É o
suficiente para diferenciar o existir do não existir. Nessa configuração
dimensional é impossível definir algum objeto ou até mesmo energia, pois são
quantitativas.
Na matemática, o zero é o resultado da soma de todos os
números positivos com os negativos, é, portanto, a fusão dual do positivo com o
negativo.
O intervalo na dimensão 0 é nulo. Nessa dimensão a luz
não existe, digo luz no sentido de propagação de informações sejam elas
luminosas, caloríficas, de rádio, ultravioleta, raio X e etc.
Dimensão 1:
É caracterizada
pela ligação de vários pontos de forma linear, a única forma de medição é
através do comprimento e as variações de valores só podem oscilar dentro desse
limite. Não existe o conceito de algo que escape dessa dimensão linear...
Percebemos essa dimensão no nosso dia-a-dia em linhas que estabelecem
fronteiras nas formas dos objetos e também na contagem dos números reais. Nessa
configuração não pode existir planos ou cubos. Objetos 2d que atravessam
linhas, criam espessura 1d.
Uma linha é um objeto unidimensional. Se puxarmos um
vetor não-zero em alguma direção, ele terá um comprimento definido. Este vetor
tem a cabeça em algum outro ponto e a cauda na origem. Se pensarmos em esticar
este vetor duas, três vezes e assim por diante, de modo que ele assuma todos os
comprimentos possíveis (mesmo zero, para obter o vetor zero), teremos uma linha
única com uma dimensão de comprimento. Todos os vetores que descrevem pontos
nesta linha são ditos como sendo paralelos um ao outro. E mesmo que qualquer linha
que possamos desenhar tenha alguma espessura mínima (para que possamos vê-la),
esta linha idealizada não a possui.
Essa linha não possui largura nem altura, só dois
sentidos o positivo e o negativo numericamente falando, portanto essa dimensão
não é a aniquilação da dualidade como a dimensão 0 e sim uma variação entre
dois extremos opostos. Na dimensão 1 é necessário existir a variação e não a aniquilação.
O intervalo na primeira dimensão é meramente quantitativo
contínuo.
Essa dimensão limita extremidades de objetos 2D.
Essa dimensão na nossa vida nos permite medir
quantitativamente grandezas como quantidades, medidas, variações de intensidade
e etc...
Pois é isso aí... postarei as dimensões que ainda faltam... continuarei com as dimensões na próxima postagem. até mais!!!
Por favor, não percam a próxima postagem!

